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Mitos e verdades sobre o novo coronavírus

Mitos e verdades sobre o novo coronavírus

5 mins. leitura

O desconhecido é sempre propício ao surgimento de mitos. E é isso mesmo que o novo coronavírus é: um agente infecioso desconhecido. A cada dia, cientistas de todo o mundo ficam a saber um pouco mais sobre este novo vírus. Porém, ainda há muito para descobrir e dúvidas que subsistem.

Neste artigo, vamos fazer uma revisão do que já se disse sobre a COVID-19 e distinguir o conhecimento da suposição, ou seja, identificar as verdades e os mitos.


Mitos e verdades sobre o novo coranvírus: guia para a informação.

Como dissemos, o desconhecido promove, quase sempre, o aparecimento de mitos. Além disso, a desinformação é também uma realidade e as fake news propagam-se a par do próprio vírus.

Guia Prático COVID–19 - Medicare

Por essa razão, é importante olhar para os factos e para aquilo que, até ao momento, se sabe sobre o novo coronavírus. Não acredite em tudo o que lê ou ouve e descubra, agora, o que é verdade e o que é mito, no que respeita ao tema da COVID-19.

O tempo quente fará o vírus desaparecer.

Ainda não se sabe. Muitos vírus respiratórios perdem “força” com a chegada do calor. Porém, em relação ao novo coronavírus, ainda não há certezas. Em todo o caso, qualquer alteração no comportamento do vírus, não invalida a necessidade de tomar medidas de contenção que evitem o contágio descontrolado.


Após sermos infetados pelo novo coronavírus, ficamos imunes.

Não existem por ora, qualquer estudo científico e médico que comprove de forma segura, que um indivíduo que recuperou da COVID-19 esteja imune a uma nova infeção pelo mesmo vírus.

É de todo expectável, que após uma infeção o corpo humano adquira imunidade contra o vírus que previamente o infetou, mas que no caso do COVID-19 ainda não está comprovado de forma segura.

Não se sabe por ora, quanto tempo poderá durar um possível estado de imunidade, sendo que estão descritos alguns casos de novas infeções provocadas pelo COVID-19, mas que não se sabe se trata de uma nova estirpe do vírus, ou de casos que, inicialmente, foram falsamente considerados curados.


Quem tem COVID-19 não deve tomar ibuprofeno.

Mito. Até ao momento, não houve evidência científica que provasse esta tese, a não ser em alguns casos pontuais de pacientes cujo estado clínico parece ter-se agravado com a toma do ibuprofeno. Ainda assim, nenhuma investigação realizada o comprovou.

Deste modo, e embora o paracetamol seja recomendado como primeiro recurso para sintomatologias como febre e dores, também não está desaconselhado o uso do ibuprofeno.


Para eliminar o vírus, deve lavar a roupa a pelo menos 60ºC.

Verdade. Embora os dados apontem para que o vírus sobreviva poucas horas nos tecidos, é prudente lavar a roupa a alta temperatura. Assim, para eliminar eventualmente o Vírus, deverá lavar a roupa a 60ºC durante 30 minutos ou a 80ºC/90ºC, por 10 minutos.


Quem tomou a vacina da gripe está imune à COVID-19.

Mito. A vacina da gripe apenas protege o organismo de algumas estirpes do vírus Influenza. Assim, ela não oferece imunidade para os coronavírus, nomeadamente para aquele que provoca a COVID-19.


O novo coronavírus propaga-se pelo ar.

Mito. O vírus transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca. Portanto, o contágio pode acontecer por meio do contacto próximo com pessoas infetadas, superfícies e/ou objetos contaminados.


Há tipos de sangue mais suscetíveis à contaminação pelo novo coronavírus.

Mito. Por ora, não há qualquer evidência científica que relacione o tipo de sangue com maior ou menor probabilidade de contágio por este vírus.


A máscara impede a contaminação pelo novo coronavírus.

Mito. As máscaras mais comercializadas (ditas máscaras cirúrgicas) impedem que uma pessoa eventualmente infetada possa transmitir o vírus a outras. Deste modo, essas máscaras são especialmente recomendadas a quem tem tosse, febre e/ou dificuldade respiratória.

Existem máscaras mais específicas (como as chamadas FFP2) que protegem de facto que a própria pessoa seja infetada, mas essas máscaras são mais escassas no mercado e devem ser reservadas para quem tem contacto direto com doentes.

Ainda assim, os principais meios de prevenir o contágio são o distanciamento social, o respeito pela etiqueta respiratória e a lavagem frequente e correta das mãos.


É possível ter COVID-19 e não ter quaisquer sintomas.

Verdade. Sim, há pessoas infetadas com o novo coronavírus e que permanecem absolutamente assintomáticas. Esse é um dos desafios que este vírus coloca. Mesmo quem se sente bem e não apresenta qualquer sintoma pode estar contaminado e, por isso, ser um agente de contágio.


Uma gestante com COVID-19 vai ter um bebé infetado com o novo coronavírus.

Mito. Embora isso possa acontecer, o facto de uma grávida ter COVID-19 não significa, necessariamente, que o bebé nasça infetado. Aliás, até agora, as investigações médicas ainda não descobriram qualquer evidência científica de que o coronavírus seja transmitido pela mãe para o filho durante a gestação - denominada de transmissão vertical) - ou, mesmo, no momento do parto.


Uma grávida com COVID-19 tem de ser sujeita a uma cesariana.

Mito. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), ser portadora do vírus COVID-19 não é motivo para que a mulher grávida tenha de se submeter a uma cesariana.


Uma mãe com COVID-19 pode amamentar.

Verdade. As análises laboratoriais realizadas recentemente a amostras de leite materno de mulheres infetadas não revelaram a presença do vírus.

Por tal, a Organização Mundial de Saúde (OMS) apoia a amamentação, também pelas mulheres com COVID-19, desde que as mesmas respeitem a etiqueta respiratória, usem máscara durante o aleitamento e lavem de forma conveniente as mãos, antes e depois de pegar no bebé no ato de amamentação.


O novo coronavírus não é mais perigoso do que a gripe sazonal.

Mito. Embora a letalidade por COVID-19 só possa ser calculada com certeza no fim da pandemia, tudo indica que seja superior à gripe sazonal.


O novo coronavírus só afeta os mais velhos.

Mito. A COVID-19 atinge indivíduos de qualquer idade. A diferença é que as pessoas idosas pertencem ao grupo de risco, ou seja, podem estar sujeitas a desenvolver complicações mais graves, nomeadamente respiratórias, do que os jovens ou indivíduos sem morbilidades.

Os mitos nem sempre são utilizados na simbologia correta, porque também são usados em referência a crenças comuns que não têm fundamento objetivo ou científico, induzindo-nos, por conseguinte, em erro, podendo-nos colocar em risco.

Num tema tão sensível como a saúde e, neste caso, perante uma pandemia, é preciso ter a devida cautela e atentar apenas em fontes oficiais e credíveis.

Concentre-se naquilo que realmente já se sabe e se vai descobrindo sobre este vírus e adapte os seus comportamentos diários às recomendações da OMS, DGS e demais autoridades competentes.

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