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Intoxicação Alimentar: tudo o que deve saber e que cuidados ter

5 mins. leitura

A intoxicação alimentar é uma doença que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Apesar de ser extremamente desconfortável, geralmente não é grave e os seus sintomas desaparecem ao fim de uma semana. Muito raramente ela pode ser fatal.

Na origem desta doença está a ingestão de alimentos ou bebidas contaminadas com micro-organismos (bactérias, fungos, vírus ou parasitas) que produzem toxinas. As infeções de origem bacteriana são as responsáveis pela maioria dos casos, sendo provocadas habitualmente pelas bactérias. estafilococos ou e-coli.

Muito raramente a intoxicação pode também ser causada por toxinas de substâncias químicas ou pesticidas.


Causas, sintomas e tratamento

Contaminação dos alimentos

A intoxicação alimentar pode afetar uma única pessoa ou um grupo de pessoas que ingeriram o mesmo alimento.

A contaminação dos alimentos acontece de múltiplas formas. Alguns exemplos:

  • A carne pode entrar em contacto com bactérias presentes no intestino de um animal que está a ser processado;
  • A água utilizada durante o cultivo ou o transporte pode conter resíduos animais ou humanos;
  • Os alimentos podem ser manuseados de forma pouco segura durante a preparação em supermercados, restaurantes ou até mesmo em casa.

A intoxicação alimentar pode depois ocorrer após uma pessoa comer ou beber:

  • Qualquer alimento preparado por alguém que não lavou as mãos adequadamente;
  • Qualquer alimento preparado com utensílios de cozinha, tábuas de corte ou outras ferramentas que não estejam bem limpas;
  • Laticínios ou alimentos com maionese (como saladas) que permaneçam fora do frigorífico demasiado tempo;
  • Alimentos refrigerados ou congelados que não são armazenados à temperatura adequada ou não são reaquecidos na temperatura certa;
  • Peixe cru ou ostras;
  • Frutas ou vegetais crus que não foram lavados convenientemente;
  • Vegetais crus ou sumos de frutas e laticínios não pasteurizados;
  • Carnes ou ovos mal cozidos;
  • Água não tratada (por exemplo, recolhida de um poço ou de um riacho sem o devido tratamento).

As crianças e os idosos são quem corre maior risco de intoxicação alimentar. Há, no entanto, outros grupos de risco, designadamente:

  • Pessoas com uma condição médica séria (doença renal, diabetes, cancro ou HIV, entre outras);
  • Pessoas com o sistema imunológico enfraquecido;
  • Pessoas que viajem para áreas onde existe maior exposição a micro-organismos causadores de intoxicação alimentar.

Prevenção em dias de praia

Durante a época balnear, muitas pessoas optam por comer na praia. Nessa situação é recomendada uma alimentação rica do ponto de vista nutricional e equilibrada, mas também segura.

As temperaturas elevadas favorecem o crescimento de micro-organismos, pelo que o risco de intoxicação alimentar é maior, porque os alimentos ficam mais suscetíveis à deterioração.

Se levar comida para a praia, siga alguns destes conselhos:

  • Mantenha os alimentos à sombra, longe da exposição solar direta;
  • Prefira alimentos que não se alterem com o calor (pão, conservas, frutos oleaginosos e frutas e hortícolas previamente lavadas);
  • Se optar por alimentos mais perecíveis (iogurtes, queijo, alguns tipos de fruta como melancia, melão, meloa, pêssego ou cerejas), deve acondicioná-los numa geleira ou mala térmica, colocando placas frias para manter a refrigeração;
  • De preferência, prepare os alimentos no próprio dia. Antes disso, lave as mãos e os utensílios de cozinha. Não utilize os mesmos materiais para diferentes géneros alimentícios, quer em cru, quer confecionados;
  • Lave os alimentos frescos em casa e transporte-os numa caixa fechada;
  • Se não for possível levar consigo uma mala térmica ou geleira, não deve transportar para a praia molhos (por exemplo, maionese ou natas), marisco, laticínios (principalmente iogurtes e queijo fresco), quiches, empadas, folhados, gelatina e produtos de pastelaria com cremes.

Sintomas de intoxicação alimentar

As manifestações de intoxicação alimentar podem surgir minutos, horas ou dias após a ingestão dos alimentos contaminados.

Os sintomas dependem do tipo de contaminação, mas normalmente envolvem a ocorrência de diarreia, vómito e sensação de mal-estar no estômago. Não é agradável, longe disso, mas é essa a forma que o corpo tem de expulsar as toxinas e recuperar da intoxicação.

A lista que se segue fornece informação sobre os sintomas relacionados com algumas das causas mais frequentes de intoxicação:

  • Bactéria estafilococos – Os sintomas têm início entre 30 minutos a seis horas após a ingestão. Caracterizam-se por náuseas, vómitos e cólicas de estômago. A maioria das pessoas tem diarreia.
  • Bactéria E-coli – Os sintomas têm início três a quatro dias após a ingestão. Caracterizam-se por cólicas de estômago fortes, diarreia (pode conter sangue) e vómitos. Entre 5-10% das pessoas diagnosticadas com esta infeção desenvolvem uma complicação com risco de vida.
  • Bactéria colistridium – Os sintomas têm início entre seis a 24 horas após a ingestão. Caracterizam-se por diarreia e cólicas no estômago. Vómitos e febre são também comuns. Normalmente têm início súbito e duram, pelo menos, 24 horas.
  • Salmonelas – Os sintomas têm início entre seis horas a seis dias após a ingestão. Caracterizam-se por diarreia, febre, cólicas no estômago e vómitos.
  • Norovírus – Os sintomas têm início entre 12 a 48 horas após a ingestão. Caracterizam-se por diarreia, náuseas/dor de estômago e vómitos.

Sempre que os sintomas são severos, a pessoa contaminada deve ser avaliada por um médico com urgência.

Tal deve suceder, nomeadamente, quando se verifiquem fezes com sangue, febre alta, diarreia durante mais de três dias, vómitos frequentes que impedem a retenção de líquidos no corpo e sinais de desidratação (pouca ou nenhuma urina, boca e garganta muito secas ou tonturas ao levantar).


Tratamento da intoxicação

Quando sofre uma intoxicação alimentar, não há muito que possa fazer. Habitualmente, sentir-se-á melhor ao fim de alguns dias.

Os adultos e crianças que percam muitos líquidos – desidratação – podem necessitar de ir ao hospital para uma reposição intravenosa (administração de soro).

No caso de uma intoxicação alimentar mais severa, causada por bactérias como a Listeria, pode necessitar de tomar um antibiótico. No entanto, na maior parte dos casos não irá necessitar de qualquer tipo de medicação a não ser que o seu sistema imunitário esteja debilitado ou se estiver grávida.

Quando a intoxicação é provocada por parasitas, poderá ter de tomar algum medicamento. Pelo contrário, no caso dos vírus, habitualmente não necessita de medicamento específico.


O que fazer em casa

A diarreia e os vómitos, além de grande desconforto, podem alterar o equilíbrio do corpo em termos de líquidos e eletrólitos (minerais como sódio e potássio), que contribuem para o controlo da quantidade de água no organismo.

Por isso, o melhor a fazer é beber muitos líquidos. Comece por pedaços de gelo ou pequenos goles de água, se necessário. Também é útil fazer o seguinte:

  • Evite ingerir alimentos durante as primeiras horas, até que o estômago se acalme;
  • Beba água, caldos ou uma solução eletrolítica, que irá substituir os minerais perdidos com os vómitos e a diarreia;
  • Coma quando estiver pronto, mas começando por pequenas quantidades de alimentos leves e não gordurosos (torradas, arroz e biscoitos);
  • Descanse bastante;
  • Fique longe dos laticínios, cafeína, álcool, bebidas com gás ou alimentos condimentados e gordurosos.
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