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crianças a apanhar sol protegidas

Sabe os cuidados que deve ter na exposição solar?

5 mins. leitura

O corpo humano não foi feito para “derreter” ao sol. Apesar dos inúmeros benefícios da luz solar, a verdade é que ela transporta consigo radiação ultravioleta (UV) potencialmente perigosa. Independentemente da idade ou do tom natural de pele, é por isso importante conhecer os riscos inerentes à exposição solar e saber como proteger-se dos malefícios do sol. Aprenda como aproveitar da melhor forma as inúmeras coisas boas que ele tem para lhe oferecer.


Benefícios e perigos da exposição solar

O bem que o sol nos faz

A luz solar é extremamente importante para a nossa sobrevivência e bem-estar físico e mental. Desde logo, ajuda a manter os nossos padrões de sono para que possamos ficar acordados durante o dia e dormir profundamente à noite.

Contribui, também, para que a nossa pele produza vitamina D. Esta é fundamental no processo de absorção de cálcio e no metabolismo ósseo, contribuindo para a saúde dos ossos.

Apanhar muito pouco sol, especialmente nos meses de inverno, pode, inclusivamente, provocar nalgumas pessoas uma forma de depressão conhecida como perturbação afetiva sazonal.

Mas, não há bela sem senão. Uma má gestão da exposição ao sol pode inverter tudo isto e transformar-se numa fonte de problemas que, em último caso, levam à morte por cancro na pele.

Moderação é, por isso, a palavra-chave quando se trata de exposição solar.


Os raios ultravioleta

A luz do sol viaja até à Terra sob a forma de uma mistura de raios (ou ondas) visíveis e invisíveis.

As chamadas ondas longas, como as ondas de rádio, são inofensivas para as pessoas. Mas as ondas mais curtas, como os raios ultravioleta (UV), podem causar problemas sérios.

Existem três tipos de raios ultravioleta: UVA, UVB e UVC. Para melhor compreender os riscos da exposição ao sol e as necessidades de se proteger devidamente, conheça as características de cada um deles:

  • Os raios UVA são os de maior espectro e incidem na Terra de igual maneira durante todo o dia e em todas as estações do ano, incluindo dias nublados e com baixa luminosidade. Este tipo de raios é o que penetra mais profundamente na pele. Embora não causem queimaduras, podem danificar as fibras de colágeno e elastina (duas importantes proteínas), causando envelhecimento precoce.
  • Os raios UVB têm um comprimento de onda menor e são parcialmente absorvidos pela camada de ozono. Por essa razão, apresentam uma maior incidência durante os meses de verão, principalmente no período entre as 10h00 e as 16h00. São estes raios que provocam vermelhidão e queimaduras na pele. Além dessas complicações, sempre desagradáveis, uma exposição em demasia aos raios UVB pode provocar o aparecimento de sardas e manchas na pele. Aumenta, também, o risco de desenvolvimento de cancro e de danos nos olhos (catarata e cegueira, por exemplo). Podem, ainda, danificar o nosso ADN e afetar o sistema imunitário da pele.
  • Os raios UVC são os que têm menor comprimento de onda e, apesar de muito prejudiciais para a biosfera, são quase totalmente absorvidos pela camada de ozono.

O índice ultravioleta varia entre 1 a 2, significando que o risco à radiação UV é baixo, 3 a 5 (moderado), 6 a 7 (elevado) e 8 a 10 (muito elevado). Superior a 11 significa que o risco é extremo. Há aplicações no telemóvel, por exemplo, que permitem consultar diariamente o índice ultravioleta.


As melhores horas para apanhar sol

Como já vimos, o sol pode ser perigoso, mas também tem muitos benefícios. A exposição solar deve, por isso, existir, embora com moderação e lembrando que os raios ultravioleta, embora mais perigosos nos meses de verão, podem causar danos na pele em qualquer estação do ano ou temperatura. E, também, em qualquer pessoa.

Siga os conselhos do relógio solar:

  • Horas apropriadas para a exposição solar: antes das 11h00 ou depois das 17h00;
  • Perigo intermédio (evite): das 11h00 às 12h00 e das 16h00 às 17h00;
  • Horas perigosas (não se exponha ao sol, desenvolva outras atividades): das 12h00 às 16h00.

Como proteger-se do sol

Para minimizar o risco de vir a sofrer problemas na pele, nomeadamente cancro, siga os seguintes conselhos:

  • No que respeita às crianças, utilize regularmente um protetor solar com um fator de proteção elevado (30 a 50), vista-as com t-shirt e chapéu;
  • Procure a sombra e não se exponha ao sol nas horas de maior calor (entre as 11h00 e as 17h00);
  • Proteja a sua pele e olhos, utilizando uma t-shirt, chapéu e óculos de sol (com proteção lateral e UV);
  • Habitue gradualmente a sua pele ao sol. Evite as queimaduras solares;
  • De duas em duas horas, aplique protetor solar com um fator de proteção elevado (igual ou superior a 30)
  • De preferência, utilize protetores solares que tenham a inscrição “Largo Espectro”, pois significa que oferecem proteção tanto para raios UVB como para raios UVA;
  • Use protetores solares resistentes à água;
  • Deve usar cerca de 30 gramas de protetor solar para cobrir a superfície corporal inteira de uma pessoa de tamanho médio;
  • Aplique o protetor cerca de 30 minutos antes da exposição ao sol. Volte a aplicar após duas horas, após ter ido à água ou mesmo se transpirar;
  • Lembre-se que a água, a neve e a areia aumentam os danos provocados pelos raios ultravioleta;
  • Proteja-se do sol mesmo em dias com muitas nuvens ou de nevoeiro. As nuvens e o nevoeiro não são bons filtros de raios ultravioleta;
  • Leve guarda-sol para a praia e proteja as crianças;
  • Consulte o índice ultravioleta no dia em que vai para a praia;
  • Tecidos com tecedura justa bloqueiam melhor o sol do que tecidos largo;
  • Pode usar roupas de alta proteção solar, disponíveis no mercado. Este tipo de vestuário é etiquetado com o fator de proteção ultravioleta (FPU), seguido de um número que identifica o nível de proteção (semelhante ao rótulo de um protetor solar);
  • Verifique a medicação que está a tomar. Pergunte ao seu médico que algum dos medicamentos pode aumentar a sensibilidade da sua pele à luz solar;
  • Evite o recurso a solários;
  • Se a sua pele está a sofrer uma descamação (a “descascar”) após uma queimadura solar, ela estará ainda mais sensível ao sol ao longo das semanas seguintes. Por isso, tenha cuidados redobrados.

Sintomas de problemas

Bastam 15 minutos de exposição solar para apanhar o chamado “escaldão”, embora possa não o sentir de imediato. A vermelhidão da pele e o desconforto podem apenas surgir algumas horas depois.

Caso não utilize proteção e se exponha ao sol em horas perigosas e durante bastante tempo, os riscos são elevadíssimos. Ainda mais se tiver uma cor de pele clara e pouco cabelo.

Seguem-se alguns dos sintomas a que qualquer pessoa deve estar particularmente atenta:

  • Vermelhidão e bolhas na pele
  • Dor e formigueiro
  • Inchaço
  • Dor de cabeça
  • Febre e calafrios
  • Náuseas
  • Tonturas
  • Desidratação

Tratamento para as queimaduras solares

Se sofrer uma queimadura solar pode fazer o seguinte:

  • Saia imediatamente do sol;
  • Tome um duche (não frio) ou banho;
  • Aplique compressas frias para acalmar e refrescar a pele;
  • Pode ser recomendável tomar um medicamento anti-inflamatório não esteroide;
  • Aplique creme hidratante em camada espessa, várias vezes por dia;
  • Se sair de casa, cubra totalmente as áreas queimadas.

Recorra imediatamente ao médico em caso de:

  • Aparecimento de bolhas na pele
  • Edema facial
  • Febre e arrepios
  • Má disposição no estômago
  • Dor de cabeça, confusão ou desmaio
  • Sintomas de desidratação

Faça do sol o seu aliado e não o seu inimigo: proteja-se!

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Consulte www.medicare.pt para mais informações sobre as condições.

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  • Check up dentário;
  • Limpeza dentária (destartarização);
  • Extração de dentes (3)
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(2) Estes atos/tratamentos gratuitos podem estar incluídos em planos de tratamentos dentários. Sujeito a confirmação junto do prestador de cuidados de saúde. Aconselha-se a realização de uma consulta de diagnóstico.
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