mulher com mão sobre a barriga

Como pode tratar a incontinência urinária

4 mins. leitura

Indíce
  1. 1. O que é?
  2. 2. Sintomas
  3. 3. Tipos
  4. 4. Causas
  5. 5. Tratamento

A incontinência urinária pode afetar qualquer pessoa em qualquer idade, mas é mais frequente em mulheres e em idosos.

Em Portugal, um em cada cinco portugueses acima de 40 anos sofre desta condição que tem implicações físicas, sociais, sexuais e emocionais. Mas, apesar da prevalência e dos impactos negativos na qualidade de vida, falar sobre incontinência urinária ainda causa vergonha e são muitas as pessoas que não recorrem a um médico especialista para diagnóstico e tratamento por esse motivo.

Há várias causas para esta patologia e há também diferentes tipos de infeção urinária. No entanto, a taxa de cura é de 90%, para a qual o acompanhamento de um médico especialista é fundamental.


Incontinência urinária: o que é, sintomas, causas, diagnóstico e tratamento

A incontinência urinária decorre da incapacidade de reter e controlar a saída da urina, caraterizando-se, assim, por perdas urinárias de forma involuntária. Estas perdas podem ser muito ocasionais e ligeiras ou podem ser perdas mais regulares e graves, dependendo do tipo de incontinência.


Quais os sintomas e os tipos de incontinência urinária mais comuns?

O principal sintoma é a perda involuntária de urina, no entanto, necessidade frequente de urinar, sensação de bexiga cheia após urinar e enfraquecimento do jato urinário são também outros sintomas comuns.

Há diferentes tipos de incontinência urinária que dependem de quando e como se perde urina. A maioria das pessoas tem incontinência de esforço e/ou incontinência de urgência:

  • Incontinência de esforço: a perda de urina acontece quando há uma pressão extra na bexiga durante determinadas atividades, nomeadamente tossir, espirrar, rir, levantar objetos pesados e exercício físico como correr ou saltar.
  • Incontinência de urgência: acontece quando há uma vontade súbita de urinar e não é possível adiar ou aguentar essa vontade até chegar a uma casa de banho. Ou seja, há apenas alguns segundos entre a vontade de urinar e a perda de urina. Este tipo de incontinência urinária faz parte do conjunto de sintomas da bexiga hiperativa que ocorre quando os músculos da bexiga são mais ativos que o normal.
  • Incontinência mista: quando há, simultaneamente, sintomas da incontinência de esforço e sintomas incontinência de urgência.

homem em urinol

Quais as causas e fatores de risco?

Entre as causas mais comuns de incontinência urinária estão:

  • Desequilíbrios hormonais;
  • Infeções urinárias de repetição;
  • Fraqueza dos músculos do pavimento pélvico;
  • Malformações do trato urogenital;
  • Hiperplasia benigna da próstata;
  • Disfunção neurológica do trato urinário inferior.

Também há fatores que podem aumentar o risco de desenvolver incontinência urinária:


É verdade que a incontinência urinária é mais usual à medida que a idade avança, mas não deve ser encarada como algo natural no processo de envelhecimento.


idosa a observar fralda

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é realizado através dos sintomas observados no paciente, através da recolha da história clínica completa e do exame físico. Em função dos sintomas apresentados, poderá ser preciso fazer outros exames como análises de sangue e urina, ecografia pélvica, ginecológica, prostática, entre outros.


Qual o tratamento para a incontinência urinária?

O médico especialista precisa saber qual é o tipo de incontinência e qual a causa para poder indicar o tratamento adequado.

No entanto, algumas medidas gerais passam por alterações de comportamento, como evitar alimentos e bebidas irritantes para a bexiga - café, citrinos e álcool - deixar de fumar, perder peso, resolver a prisão de ventre e treinar a bexiga para urinar em intervalos de tempo fixos.

Além disso, há também tratamentos farmacológicos e cirúrgicos, bem como os exercícios de Kegel que ajudam a fortalecer a musculatura pélvica.

Seja qual for o tratamento ou tratamentos, saiba que a incontinência urinária tem cura em 90% dos casos.

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