mulher em teletrabalho

Saúde Mental no Teletrabalho: Que estratégias aplicar?

2 mins. leitura

Indíce
  1. 1. Rotinas
  2. 2. Espaço adequado
  3. 3. Comunicação regular
  4. 4. Exercício Físico
  5. 5. Trabalho vs. Vida Pessoal

O teletrabalho tem se tornado cada vez mais comum, especialmente diante das transformações ocorridas no mercado de trabalho e no cenário global.

Embora ofereça diversas vantagens, como maior flexibilidade e redução de deslocamentos, também pode apresentar desafios significativos para a saúde mental dos trabalhadores.

Neste artigo, discutiremos a importância de cuidar da saúde mental no teletrabalho e apresentaremos estratégias eficazes para promover o bem-estar durante essa modalidade de trabalho.


Os Desafios da Saúde Mental no Teletrabalho

O teletrabalho, apesar das suas vantagens, pode contribuir para o aumento do stress e do isolamento social, assim como ser propício a um quadro de burnout.

A ausência de interação presencial com colegas e a dificuldade em estabelecer limites entre o trabalho e a vida pessoal podem gerar uma sobrecarga emocional e uma sensação de estar sempre disponível.

Além disso, a falta de uma estrutura física específica para o trabalho pode dificultar a separação entre os espaços de descanso e de produtividade, impactando negativamente a qualidade do sono e o equilíbrio emocional.


Homem a sorrir para o telefone em teletrabalho

Estratégias para Cuidar da Saúde Mental no Teletrabalho


Estabeleça uma Rotina

Defina horários fixos para iniciar e encerrar o trabalho, bem como para as pausas durante o dia. Isso ajudará a criar uma separação clara entre os momentos de trabalho e de descanso, contribuindo para o equilíbrio emocional.

Tentar adaptar as rotinas ao máximo à modalidade de teletrabalho, evitando, por exemplo, trabalhar de pijama ou alterar horário de acordar.


Crie um espaço de trabalho adequado

Dedique um local específico da casa para realizar as suas atividades profissionais. Esse espaço deve ser organizado, confortável e livre de distrações, permitindo maior foco e concentração.


Mantenha a comunicação regular com colegas

Estabeleça canais de comunicação eficientes com a sua equipa de trabalho, utilizando ferramentas digitais como email, mensagens instantâneas ou videoconferências. Manter o contacto frequente ajuda a reduzir o sentimento de isolamento e fortalece os vínculos profissionais.


Pratique exercícios físicos e cuidados com a saúde

Reserve tempo para a prática regular de atividades físicas, pois isso contribui para a libertação de endorfinas e redução do stress. Além disso, mantenha hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada e sono adequado.


Estabeleça limites entre trabalho e vida pessoal

Evite levar o trabalho para além do horário estabelecido estabelecendo um horário de saída.

Desconecte-se das tarefas profissionais, evitando o acesso constante a emails ou mensagens relacionadas com o trabalho. Reserve momentos para atividades de lazer, hobbies e convívio familiar.


Homem pensativo em teletrabalho

O teletrabalho é opção tendo em conta a nossa saúde mental?

O teletrabalho oferece inúmeras oportunidades, mas também exige cuidados especiais com a saúde mental dos trabalhadores.

É essencial estar atento aos desafios que essa modalidade de trabalho pode apresentar e adotar estratégias eficazes para promover o equilíbrio emocional e o bem-estar.

Ao implementar rotinas saudáveis, manter a comunicação com colegas, cuidar da saúde física e estabelecer limites, é possível desfrutar dos benefícios do teletrabalho sem comprometer a saúde mental.

Revisão de Médica Convidada:

Dr.ª Ana Torre

Fontes:

  • Allen, T. D., Golden, T. D., & Shockley, K. M. (2015). How Effective Is Telecommuting? Assessing the Status of Our Scientific Findings. Psychological Science in the Public Interest, 16(2), 40-68.
  • Demerouti, E., Derks, D., ten Brummelhuis, L. L., & Bakker, A. B. (2014). New Ways of Working: Impact on Working Conditions, Work-Family Balance, and Well-Being. In C. Cooper & J. Quick (Eds.), The Handbook of Stress and Health: A Guide to Research and Practice (pp. 547-563). Chichester, UK: Wiley-Blackwell.
  • Gajendran, R. S., & Harrison, D. A. (2007). The Good, the Bad, and the Unknown About Telecommuting: Meta-Analysis of Psychological Mediators and Individual Consequences. Journal of Applied Psychology, 92(6), 1524-1541.
  • Kelliher, C., & Anderson, D. (2010). Doing More with Less? Flexible Working Practices and the Intensification of Work. Human Relations, 63(1), 83-106.
  • Wendsche, J., & Lohmann-Haislah, A. (2017). A Meta-Analysis on Antecedents and Outcomes of Detachment from Work. Frontiers in Psychology, 7, 2072.

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