mulher a pressionar o gémeo

Descubra o que é uma trombose e o que pode causá-la

4 mins. leitura

A trombose venosa, que acontece numa veia e à qual dedicamos mais atenção neste artigo, é a mais comum, mas a trombose arterial, que afeta uma artéria, sendo menos comum pode ser mais grave, podendo estar na origem dos acidentes vasculares cerebrais (AVC) e do enfarte cardíaco.

O que é uma trombose

O coágulo de sangue, designado por trombo, que se fixa no interior da veia ou artéria, vai bloquear a circulação de sangue na área afetada, podendo também libertar-se e deslocar-se pela corrente sanguínea até à circulação de determinado órgão, como o pulmão, o coração ou o cérebro. Este processo denomina-se embolia e, pode provocar o chamado tromboembolismo pulmonar, ou até mesmo enfarte agudo do miocárdio ou um AVC.

Na maior parte dos casos, a trombose venosa profunda pode formar-se também noutras partes do corpo, nomeadamente nos braços.


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Sintomas da trombose

Apesar de, na maioria das vezes, a trombose ser apenas detetada no momento em que já foram provocados estragos, como seja após uma embolia, há sinais aos quais deverá estar atento:

  • Inchaço na área afetada;
  • Calor e vermelhidão;
  • Maior sensibilidade ao toque;
  • Dor ou uma sensação de peso;
  • Rigidez nos músculos.

No caso da trombose arterial, há outros sintomas a ter em atenção:

  • Dor no peito;
  • Falta de ar;
  • Fraqueza num dos lados do corpo;
  • Uma alteração repentina do estado mental.

Complicações desta doença

Além do risco de afetar importantes órgãos do corpo, a trombose pode conduzir à gangrena, uma condição que está muitas vezes na origem da amputação do membro afetado e associada a uma elevada taxa de mortalidade.

Os coágulos de sangue podem ocorrer ao nível das veias profundas, condição a que se dá o nome de trombose venosa profunda (TVP), ou ao nível das veias superficiais, sendo aqui designada como trombose venosa superficial.

As causas mais comuns para a trombose são a existência de uma lesão no revestimento da veia, uma predisposição genética ou presença de história familiar para a formação de coágulos sanguíneos e a redução do fluxo sanguíneo por imobilidade.


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A obesidade, o uso de medicamentos que interferem na coagulação ou o tabagismo são também fatores de risco conhecidos.

A síndrome pós-trombótica é uma complicação tardia e bastante comum da trombose venosa, caraterizando-se por dor e inchaço na área afetada mesmo após o tratamento da TVP, além de dermatite pigmentada, varizes e a existência de úlcera ativa ou cicatrizada.

Por outro lado, há que ter em conta o historial clínico da pessoa e algumas situações/condições passíveis de potenciar o surgimento de uma trombose, como sejam:

  • Predisposição genética;
  • Gravidez;
  • Longos períodos de imobilização, por exemplo na sequência de um internamento longo;
  • Dificuldade de se movimentar durante viagens longas, nomeadamente de avião;
  • Terapia de reposição hormonal;
  • Uso prolongado de anticoncepcionais;
  • Existência de varizes;
  • Cirurgias, nomeadamente cirurgias ortopédicas;
  • Colesterol alto;
  • Tabagismo;
  • Diabetes;
  • Hipertensão;
  • Aterosclerose.

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Tratamento mais adequado

Dependendo da extensão e local em que o trombo se encontra, este pode ser removido através de cirurgia ou ser como que dissolvido através de medicação.

A cirurgia é a opção quando se trata de um quadro de maior gravidade, ou quando não é possível eliminar o trombo através do uso dos medicamentos, nomeadamente anticoagulantes ou trombolíticos, cuja indicação e via de administração vai depender de cada quadro e localização do trombo.

Após uma trombose, a pessoa poderá ter de ficar a tomar medicação mesmo depois do problema ter ficado resolvido, como medida preventiva, para não voltar a sofrer um novo episódio.

Além da medicação, o paciente poderá ser aconselhado a usar meias elásticas e a praticar exercício físico.


Como prevenir este problema

Não sendo possível evitar alguns fatores de risco, há formas de prevenir a

trombose, tais como:

  • Não fumar;
  • Praticar exercício;
  • Evitar consumir bebidas alcoólicas:
  • Ter uma alimentação saudável;
  • Controlar o peso;
  • Se a sua ocupação o obrigar a estar muito tempo sentado, tentar levantar-se e fazer alguns exercícios;
  • Durante viagens prolongadas, usar roupas e calçados folgados e confortáveis;
  • Usar meias de compressão;
  • Beber muita água.

No caso de ter algum sintoma ou história familiar da doença, deve consultar um médico, preferencialmente um especialista em Cirurgia Vascular, que o aconselhará sobre os cuidados a ter e, eventualmente, medicação ou outras medidas.

Aviso: O Blog Mais Saúde é um espaço meramente informativo. A Medicare recomenda sempre a consulta de um profissional de saúde para diagnóstico ou tratamento, não devendo nunca este Blog ser considerado substituto de diagnóstico médico. Encontre aqui profissionais de saúde perto de si.

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